UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
FACULDADE DE EDUCAÇÃO
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - ESPEAD
TÓPICOS III
PROFESSORA: Cintia Inês Boll
ALUNA: Celi Lutz Lindenmeyer, Elisabete Bisutti Ceron e Sheila Hahn Camara
DATA: 10-11-2008
ATIVIDADE: Análise-reflexiva “Redes cotidianas de conhecimentos e valores nas relações com a tecnologia”
Redes Cotidianas de Conhecimentos e Valores nas Relações com a Tecnologia
Lendo o texto Redes Cotidianas de Conhecimentos e Valores nas Relações com a Tecnologia, de Nilda Alves, chama a atenção a naturalidade com que certas ações são praticadas, evidenciando a pouca ou mesmo a ausência de reflexão por parte dos atores. É o caso, por exemplo, da imagem de uma sala de aula da África, que apresenta alunos sentados, um atrás do outro, enfileirados, sem que tivessem uma cadeira e/ou uma classe. Quem detém o poder dita as normas e se não houver quem questione, permanece tudo igual.
Conforme o texto traz, é muito forte a presença da metáfora da árvore na nossa sociedade, podendo ser identificada desde dentro da escola até na organização de partidos políticos. Muitas vezes não é reconhecido que o conhecimento é produzido em redes, que o seu tempo de produção é o da longa duração e que o seu espaço é o local, que são os contextos cotidianos, ampliados pelo advento da globalização, da internet. Entendimentos que permitem compreender o ritmo das mudanças ou não no viver cotidiano.
O que se verifica nas escolas é que, embora tenham os laboratórios de informática, acesso à internet, ainda há professores que nem ao menos acompanham os seus alunos à aula de informática, deixando-os aos cuidados do professor de informática que tem os conhecimentos técnicos, porém falta-lhe, na maioria das vezes, o conhecimento didático-pedagógico.
Falar em construção de conhecimento a partir de trocas, onde todos tem vez e voz, é falar em construção a partir da metáfora da rede. Todos podem dispor do tempo e do espaço que necessitam e tem garantidos a escuta.
Percebe-se que a EAD é um ensino muito mais democrático. Os espaços de discussão, a exemplo dos fóruns, são muito mais democráticos, justamente pelo tempo que o aluno tem a sua disposição. Apesar de haver a preocupação com prazos para postagens, há um respeito muito maior pelas diferenças individuais dos alunos do que numa sala de aula convencional.
O professor e o tutor não se vêem como os detentores do saber, muito mais questionam, do que respondem às dúvidas e ansiedades do aluno, estabelecendo o diálogo, a troca, a construção do conhecimento.
Também as disciplinas, no EAD, apresentam características diferentes, são interdisciplinares e vão sendo desenvolvidas levando em consideração a realidade do grupo, as suas limitações, as suas possibilidades, preservando, no entanto, a qualidade do curso.
Outro fator que merece registro é o valor que se atribui à prática, neste curso, assumindo a unidade práticateoriaprática.
Principalmente no início, percebia-se que mesmo que todos nós, alunos, tutores, alguns professores, inclusive, soubéssemos que o curso é a distância, sentíamos claramente uma maior necessidade das aulas presenciais. Também com relação aos meios de comunicação, foi necessário fazer uma adequação. Usávamos, inicialmente, com bem maior freqüência do que agora, as reuniões presenciais para planejar, avaliar. Hoje, com naturalidade, valemo-nos do e-mail, das listas de discussão, do MSN, dos fóruns, entre outros.
Em suma, o trabalho como tutor constitui-se numa oportunidade de compartilhar reflexões, formando-se uma rede de colaboração, de trocas de idéias, de saberes construídos através das práticas diárias. Tem -se a compreensão do grande desafio e da responsabilidade da ação tutorial com a melhoria da qualidade da prática e teoria dos educandos.
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
FICHAMENTO
Nome: Elisabete Bisuti Ceron
Fichamento sobre o texto:
“A Importância Da Ação Tutorial Na Educação A Distância: Discussão das Competências Necessárias ao Tutor ”.
Eloiza da Silva Gomes de Oliveira
Alessandra Cardoso Soares Dias
Aline Campos da Rocha Ferreira
O autor Armengol enfatiza a importância da atuação do tutor, como a ênfase na conversação guiada uso mediatizada pela ação do mesmo.
Mostra que são muitas as denominações recebidas pelo tutor: assistente, assessor, professor acompanhante, mentor, mediador, facilitador, entre outras que ainda surgirão, mas no entanto, há a demanda de procedimentos, estratégias e competências comuns.
A educação a distância não desfaz a relação triádica que existe em todo o processo de ensino – aprendizagem. Trata-se do triângulo didático em que a vértice é constituído pelo aluno, outro pelo professor/tutor e o terceiro pelo objeto do conhecimento ( os conceitos a serem constituídos ). Segundo o autor esta triagulação dinâmica decorre a necessidade de estratégias diferentes da relação ensino – aprendizagem, mas que também propiciem a análise, a problematização e a reflexão.
A autora Donal Schön Pimenta em uma consistente crítica ao conceito de “professor reflexivo” alerta para a perigosa redução dos saberes docentes a competência da docência a um mero agrupamento de técnicas, dando preferência ao uso da terminologia “críticos e reflexivos”.
As competências profissionais são definidas como um conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes que capacitam o profissional a desempenhar as suas tarefas de forma satisfatória , tomando como critério avaliativo os padrões esperados em um determinado momento histórico, em uma determinada cultura.
O filósofo e sociólogo canadense Maurice Tardiff, dá ênfase aos “saberes docentes”, constata que o saber do professor é plural(composto de saberes de variadas áreas do conhecimento ), estratégico (pelo impacto que tem junto as gerações jovens, à construção de novos conhecimentos e à definição de hegemonias no contexto social, entre outros fatores) e desvalorizado ( já que a sociedade não lhe reserva , no podium da ciência, papel tão importante quanto o da comunidade científica e dos grupos reconhecidos como produtores do saber).
Tardiff apresenta quatro saberes docentes: Saberes da formação profissional, saberes disciplinares; saberes curriculares, saberes experienciais sendo este o núcleo vital do saber docente, podendo constituir-se em propulsores para o alcance, pelos professores, do reconhecimento da sociedade e dos grupos geradores de saberes.
Antônio Nóvoa destaca a “ Identidade”a qual é um lugar de lutas e de conflitos, espaço de construção de maneiras de ser e de estar na profissão. Faz referência aos “Três A”, os quais alicerçam a construção da identidade docente: a adesão (valores), autonomia (decisões), autoconsciência (reflexão sobre a sua própria ação). O autor dá ênfase à adesão do professor a projetos coletivos, sobre os quais não detém o controle presencial, à autonomia para enfrentar situações e formas de interação novas e a autoconsciência necessária para refletir e criticar uma prática docente tão inovadora e mutável, que para ela ainda não existem “cânones” e padrões avaliativos.
O texto nos apresenta dois conceitos na atuação do tutor, sendo estes:”qualidade comunicacional”, “ letramento tecnológico”, os quais referem-se a utilização de forma competentes das ferramentas necessárias, a comunicação , o acompanhamento e avaliação das aprendizagens dos alunos.
Algumas propostas de saberes específicos para a tutoria em Educação a Distância, são apresentados pelos autores: Gutierrez & Pietro; Belloni . Os autores Gutierres & Pietro destacam seis qualidades que o professor/tutor necessita possuir: * clara concepção de aprendizagem;
* estabelecer relações empáticas com os seus interlocutores;
* sentir o alternativo;
* partilhar sentidos;
* construir uma forte instância de personalização, embora à distância;
* facilitar a construção do conhecimento.
Destacam ainda os autores, algumas atividades do tutor como: o acompanhamento, a retroalimentação, a avaliação e a constituição da memória do processo de aprendizagem, a liderança e a mediação de reuniões grupais e o estabelecimento de redes de comunicação e informação.
Já o autor Belloni, fala de um novo papel do professor na Educação a Distância, sendo este o de constituir – se em um ”parceiro dos estudantes no processo de construção do conhecimento, em atividades de pesquisa e na busca da inovação pedagógica.”
Apresenta três dimensões dos saberes docentes: Pedagógica, Tecnológica, Didática. Dessas três dimensões, é acrescentado, uma quarta dimensão que é chamada de “saberes pessoais” (correspondentes aos saberes de Tardiff).
Essas questões expressam as indagações presentes no programa a distancia, numa tentativa de repensar, refletir as funções dos protagonistas da ação educativa, ressignificando os papeis dos atores principais, e em especial o papel do tutor. Quem seria este Tutor? Um mestre? Um educador que transcende o papel de motivador, de facilitador. Um educador que sustenta uma reflexão sobre a complexidade da ação educativa, mesmo a distância, ultrapassando os modelos lineares? Um Tutor que organiza situações que promova a aprendizagem dos alunos? Será este tão invisível assim?
Fichamento sobre o texto:
“A Importância Da Ação Tutorial Na Educação A Distância: Discussão das Competências Necessárias ao Tutor ”.
Eloiza da Silva Gomes de Oliveira
Alessandra Cardoso Soares Dias
Aline Campos da Rocha Ferreira
O autor Armengol enfatiza a importância da atuação do tutor, como a ênfase na conversação guiada uso mediatizada pela ação do mesmo.
Mostra que são muitas as denominações recebidas pelo tutor: assistente, assessor, professor acompanhante, mentor, mediador, facilitador, entre outras que ainda surgirão, mas no entanto, há a demanda de procedimentos, estratégias e competências comuns.
A educação a distância não desfaz a relação triádica que existe em todo o processo de ensino – aprendizagem. Trata-se do triângulo didático em que a vértice é constituído pelo aluno, outro pelo professor/tutor e o terceiro pelo objeto do conhecimento ( os conceitos a serem constituídos ). Segundo o autor esta triagulação dinâmica decorre a necessidade de estratégias diferentes da relação ensino – aprendizagem, mas que também propiciem a análise, a problematização e a reflexão.
A autora Donal Schön Pimenta em uma consistente crítica ao conceito de “professor reflexivo” alerta para a perigosa redução dos saberes docentes a competência da docência a um mero agrupamento de técnicas, dando preferência ao uso da terminologia “críticos e reflexivos”.
As competências profissionais são definidas como um conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes que capacitam o profissional a desempenhar as suas tarefas de forma satisfatória , tomando como critério avaliativo os padrões esperados em um determinado momento histórico, em uma determinada cultura.
O filósofo e sociólogo canadense Maurice Tardiff, dá ênfase aos “saberes docentes”, constata que o saber do professor é plural(composto de saberes de variadas áreas do conhecimento ), estratégico (pelo impacto que tem junto as gerações jovens, à construção de novos conhecimentos e à definição de hegemonias no contexto social, entre outros fatores) e desvalorizado ( já que a sociedade não lhe reserva , no podium da ciência, papel tão importante quanto o da comunidade científica e dos grupos reconhecidos como produtores do saber).
Tardiff apresenta quatro saberes docentes: Saberes da formação profissional, saberes disciplinares; saberes curriculares, saberes experienciais sendo este o núcleo vital do saber docente, podendo constituir-se em propulsores para o alcance, pelos professores, do reconhecimento da sociedade e dos grupos geradores de saberes.
Antônio Nóvoa destaca a “ Identidade”a qual é um lugar de lutas e de conflitos, espaço de construção de maneiras de ser e de estar na profissão. Faz referência aos “Três A”, os quais alicerçam a construção da identidade docente: a adesão (valores), autonomia (decisões), autoconsciência (reflexão sobre a sua própria ação). O autor dá ênfase à adesão do professor a projetos coletivos, sobre os quais não detém o controle presencial, à autonomia para enfrentar situações e formas de interação novas e a autoconsciência necessária para refletir e criticar uma prática docente tão inovadora e mutável, que para ela ainda não existem “cânones” e padrões avaliativos.
O texto nos apresenta dois conceitos na atuação do tutor, sendo estes:”qualidade comunicacional”, “ letramento tecnológico”, os quais referem-se a utilização de forma competentes das ferramentas necessárias, a comunicação , o acompanhamento e avaliação das aprendizagens dos alunos.
Algumas propostas de saberes específicos para a tutoria em Educação a Distância, são apresentados pelos autores: Gutierrez & Pietro; Belloni . Os autores Gutierres & Pietro destacam seis qualidades que o professor/tutor necessita possuir: * clara concepção de aprendizagem;
* estabelecer relações empáticas com os seus interlocutores;
* sentir o alternativo;
* partilhar sentidos;
* construir uma forte instância de personalização, embora à distância;
* facilitar a construção do conhecimento.
Destacam ainda os autores, algumas atividades do tutor como: o acompanhamento, a retroalimentação, a avaliação e a constituição da memória do processo de aprendizagem, a liderança e a mediação de reuniões grupais e o estabelecimento de redes de comunicação e informação.
Já o autor Belloni, fala de um novo papel do professor na Educação a Distância, sendo este o de constituir – se em um ”parceiro dos estudantes no processo de construção do conhecimento, em atividades de pesquisa e na busca da inovação pedagógica.”
Apresenta três dimensões dos saberes docentes: Pedagógica, Tecnológica, Didática. Dessas três dimensões, é acrescentado, uma quarta dimensão que é chamada de “saberes pessoais” (correspondentes aos saberes de Tardiff).
Essas questões expressam as indagações presentes no programa a distancia, numa tentativa de repensar, refletir as funções dos protagonistas da ação educativa, ressignificando os papeis dos atores principais, e em especial o papel do tutor. Quem seria este Tutor? Um mestre? Um educador que transcende o papel de motivador, de facilitador. Um educador que sustenta uma reflexão sobre a complexidade da ação educativa, mesmo a distância, ultrapassando os modelos lineares? Um Tutor que organiza situações que promova a aprendizagem dos alunos? Será este tão invisível assim?
Marcadores:
Fichamento Profª Cíntia Boll
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
ANÁLISE DA FUNÇÃO DO TUTOR
COMPONENTES DO GRUPO:
Analissa Scherer Peixoto
Celi Lutz Lindenmeyer
Elisabete Bisuti Ceron
Maria del Carmen Maitia
Melissa Meier
Rossana Strunz Coelho dos Santos
Sheila Hahn Camara
Simone Bicca Charczuk
Simone Rocha
ANÁLISE DA FUNÇÃO DO TUTOR:
A construção desta análise baseou-se na interação das idéias do capítulo 2 do Manual do Tutor do PEAD e as discussões do artigo intitulado "Tecendo a Rede, Mas com que Paradigma?” apresentadas pela autora Maria Candida Moraes.
Compreendemos que o princípio norteador do curso PEAD - Licenciatura em Pedagogia é a criação e sustentação de uma educaçREFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
CARVALHO, M. S.; NEVADO, R. A .; BORDAS, M. C. Guia do Tutor. Porto Alegre: Gráfica da UFRGS, 2006.
MORAES, M. C. Tecendo a rede, mas com que paradigma? Encontro Internacional de Educação para a Paz. Universidade de Genebra, setembro de 2000.ão interativa, crítica, responsável, dinâmica nos processos sociais e nas redes de relações. Fazendo uma analogia com o artigo de Maria Candida Moraes onde é citado que o universo informático favorece tanto a racionalidade como também a expressão da sensibilidade, da criatividade e a formação de novos valores que facilitam o desenvolvimento da imaginação, diferentes diálogos do pensamento com o contexto e a abertura ao novo sob o enfoque humanista, o PEAD está utilizando métodos e técnicas que levam em conta as necessidades reais dos alunos permitindo que o conhecimento possa ser construído tanto de modo individual como, principalmente, coletivo.
O Projeto Político Pedagógico doREFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
CARVALHO, M. S.; NEVADO, R. A .; BORDAS, M. C. Guia do Tutor. Porto Alegre: Gráfica da UFRGS, 2006.
MORAES, M. C. Tecendo a rede, mas com que paradigma? Encontro Internacional de Educação para a Paz. Universidade de Genebra, setembro de 2000. Curso se organiza em função de três pressupostos básicos: A relação entre prática pedagógica e pesquisa, autonomia relativa da organização curricular e articulação dos componentes curriculares que nos remeteu à leitura do artigo sobre o novo cenário mundial, novas metodologias para aprender a aprender, aprender a ser e a viver/conviver, pois as tecnologias da informação e da comunicação, baseadas nestes pressupostos básicos, estão a serviço da inteligência humana indo além de uma simples ferramenta pedagógica para o desenvolvimento de atividades que facilitem o desenvolvimento da autonomia, da solidariedade, da criatividade, da cooperação e da parceria, permitindo a criação de ambientes virtuais, associados aos processos de construção do conhecimento. “São ambientes ou mundos virtuais que podem colaborar, como bem assinala Lévy (1994), para transformação do funcionamento social, para a ativação dos processos cognitivos e para construção de novas representações do mundo” (MORAES, 2000, p. 4). Exemplos concretos realizados no PEAD: Criação dos portfólios de aprendizagens, blogs, wikis; quantidade significativa de professores, tutores de sede e pólo; atividades interativas que propiciam a articulação entre teoria X prática e atividades, leituras, aulas presenciais que levam o aluno a pensar e que vão ao encontro com os objetivos do curso tanto geral como específicos, como por exemplo, “Preparar o professor para a reflexão teórica (meta-reflexão) permanente e a recriação das práticas escolares ao ampliar o conhecimento e o pensamento sobre o fazer pedagógico”(Guia do tutor, 2006, p. 20).
De acordo com a discussão no artigo sobre a construção de uma prática pedagógica mais adequada à evolução do mundo e da vida onde prevalece o pensamento sistêmico. Tal pensamento "... dá maior ênfase ao que é contextual, local e datado, aberto, configurado por determinadas circunstâncias, sabendo antecipadamente que ele nunca constituirá um pensamento completo, por maior que seja o número de conexões que possam vir a ser estabelecidas pela compreensão humana. Isto porque sabemos de antemão que a mente humana não é capaz de captar a realidade em sua totalidade e que sempre existirá a incerteza, o aleatório e o acaso atuando sobre ela. Assim, o pensamento eco-sistêmico deverá possuir uma estrutura sempre aberta, em permanente processo de construção e reconstrução” (MORAES, 2000, p. 8). A proposta metodológica e a organização didático-pedagógica do PEAD está possibilitando a construção do conhecimento, pois prioriza a interação dos professores de diferentes áreas de conhecimento através das interdisciplinas (tema amplo), seminários integradores (articulação: apresentação e fechamento das atividades integradoras e tecnológicas), enfoques temáticos (temas específicos). De acordo com Morais (2000), estREFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
CARVALHO, M. S.; NEVADO, R. A .; BORDAS, M. C. Guia do Tutor. Porto Alegre: Gráfica da UFRGS, 2006.
MORAES, M. C. Tecendo a rede, mas com que paradigma? Encontro Internacional de Educação para a Paz. Universidade de Genebra, setembro de 2000.as são “relações, conexões, enlaces, vínculos que permitem a interatividade e a interdependência entre o sistema e o meio. É essa conectividade, esse enredamento que existe entre objetos, eventos, fenômenos e processos que vem promovendo o reconhecimento de que o mundo vivo é uma rede de relações ou de conexões dinâmicas. Para Capra (1997), o padrão da vida é um padrão em rede e “olhar para vida significa olhar para redes”, como também nos adverte Maturana (1995)” (p. 7).
As tecnologias digitais vêm inovando formas de acesso à informação, dinâmicas no processo de construção de conhecimento e novos estilos de pensar. O curso PEAD desenvolve várias estratégias de apoio à aprendizagem, tendo atenção constante e individualizada, buscando esclarecer dúvidas, não somente, ao uso das tecnologias, mas de todo o processo de aprendizagem, como por exemplo, interações entre os professores, tutores e alunos através de fóruns de debate, e-mails, programas como o Breeze, lista de discussão, webfólios, trabalho nos pólos (desenvolver autonomia, estudos, pesquisas, etc...), momentos presenciais, oficinas tecnológicas e também o aluno-professor do curso terá estágio supervisionado para integrar os conhecimentos teóricos desenvolvidos no curso x prática. “Por exemplo, um dos parâmetros fundamentais que todo sistema possui é o seu Ambiente, aquele algo maior que o envolve, que tanto pode ser um envoltório material qualquer, como também um campo energético onde as interações e as relações ocorrem. Para Maturana (1995), ambiente é o espaço onde o ser vivo se realiza como entidade autopoiética. É o espaço relacional entre o sistema e o meio, o local onde ocorrem as trocas energéticas, materiais e informacionais nos mais diferentes níveis” (MORAES, 2000, p. 6-7).
Para cumprir com a base da metodologia interativa e problematizadora do PEAD foi desenvolvido um sistema de orientação que envolve professores e tutores de sede e de pólo que têm diferentes funções pedagógicas, sociais e organizativas. Em geral a função do tutor no pólo é proporcionar motivação, esclarecer dúvidas, ter diálogo, orientar e também desenvolver orientação coletiva em atividades presenciais estabelecendo vínculos individualmente. E o tutor de sede tem formação geral ou específica nas interdisciplinas, ele deve facilitar o acompanhamento dos alunos aos enfoques temáticos e às atividades relacionadas. “Somente assim será possível utilizar as novas tecnologias para construirmos redes de conexões não apenas preocupadas em favorecer o acesso à internet às populações carentes e marginalizadas, mas que, além disto, estejam simultaneamente voltadas para o desenvolvimento de uma inteligência coletiva, para o exercício de uma cidadania planetária fraterna e solidária e para a construção da paz associada ao desenvolvimento de talentos para a ciência, a beleza, a solidariedade e harmonia, como pretende Fagundes (1999)”. (MORAIS, 2000, p. 11).
No que se refere às funções específicas dos tutores de pólo, estas podem ser definidas como o acompanhamento presencial dos alunos, o incentivo à organização de grupos de trabalho, auxiliar na utilização dos recursos tecnológicos e fortalecer o vínculo dos alunos com o curso. Além disso, o tutor do pólo está em contato direto com os tutores da sede e com os professores das diversas interdisciplinas para acompanhar o andamento do curso e poder orientar os alunos. Já o tutor de sede auxilia diretamente o professor responsável pela interdisciplina debatendo sobre as atividades previstas e acompanhando os alunos na realização das mesmas. A partir do texto de Moraes (2000), podemos pensar que professores e tutores (de pólo e de sede) formam um sistema complexo responsável pelo acompanhamento dos alunos no processo de aprendizagem e, nesse sentido, podemos vislumbrar um espaço de docência compartilhado, no qual todos os participantes dessa equipe interdisciplinar cooperam visando a promoção de espaços nos quais os alunos possam construir conhecimentos.
Com o auxílio da leitura do artigo, do manual do tutor e da nossa experiência como tutores concluímos que estamos alcançando um nível de interação e que as intervenções feitas (professor x tutor x aluno) estão evoluindo e cumprindo com os objetivos do curso, quais sejam, a construção do processo de aprendizagem, a formação de pessoas que criem culturas de rede, indo além de um simples curso a distância. Não estamos desenvolvendo a concepção empirista da educação que fortalece o pensamento positivista, prioriza a função informativa do computador e instrucionista da educação, mas o PEAD está desenvolvendo “o pensamento educacional eco-sistêmico [que] nos incita, portanto, a criar novas metodologias que reconheçam a existência de uma natureza viva transdisciplinar nos processos de construção do conhecimento (Baserab Nicolescu, 1999), diferentes das metodologias decorrentes das ciências moderna e antiga. Uma metodologia que seja capaz de mediar os diferentes diálogos entre as diversas áreas do conhecimento e que, ao mesmo tempo, compreenda a co-evolução do ser humano em sintonia com o universo” (MORAES, 2000, p. 10).
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
CARVALHO, M. S.; NEVADO, R. A .; BORDAS, M. C. Guia do Tutor. Porto Alegre: Gráfica da UFRGS, 2006.
ducação para a
MORAES, M. C. Tecendo a rede, mas com que paradigma? Encontro Internacional de Educação para a Paz. Universidade de Genebra, setembro de 2000.
Analissa Scherer Peixoto
Celi Lutz Lindenmeyer
Elisabete Bisuti Ceron
Maria del Carmen Maitia
Melissa Meier
Rossana Strunz Coelho dos Santos
Sheila Hahn Camara
Simone Bicca Charczuk
Simone Rocha
ANÁLISE DA FUNÇÃO DO TUTOR:
A construção desta análise baseou-se na interação das idéias do capítulo 2 do Manual do Tutor do PEAD e as discussões do artigo intitulado "Tecendo a Rede, Mas com que Paradigma?” apresentadas pela autora Maria Candida Moraes.
Compreendemos que o princípio norteador do curso PEAD - Licenciatura em Pedagogia é a criação e sustentação de uma educaçREFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
CARVALHO, M. S.; NEVADO, R. A .; BORDAS, M. C. Guia do Tutor. Porto Alegre: Gráfica da UFRGS, 2006.
MORAES, M. C. Tecendo a rede, mas com que paradigma? Encontro Internacional de Educação para a Paz. Universidade de Genebra, setembro de 2000.ão interativa, crítica, responsável, dinâmica nos processos sociais e nas redes de relações. Fazendo uma analogia com o artigo de Maria Candida Moraes onde é citado que o universo informático favorece tanto a racionalidade como também a expressão da sensibilidade, da criatividade e a formação de novos valores que facilitam o desenvolvimento da imaginação, diferentes diálogos do pensamento com o contexto e a abertura ao novo sob o enfoque humanista, o PEAD está utilizando métodos e técnicas que levam em conta as necessidades reais dos alunos permitindo que o conhecimento possa ser construído tanto de modo individual como, principalmente, coletivo.
O Projeto Político Pedagógico doREFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
CARVALHO, M. S.; NEVADO, R. A .; BORDAS, M. C. Guia do Tutor. Porto Alegre: Gráfica da UFRGS, 2006.
MORAES, M. C. Tecendo a rede, mas com que paradigma? Encontro Internacional de Educação para a Paz. Universidade de Genebra, setembro de 2000. Curso se organiza em função de três pressupostos básicos: A relação entre prática pedagógica e pesquisa, autonomia relativa da organização curricular e articulação dos componentes curriculares que nos remeteu à leitura do artigo sobre o novo cenário mundial, novas metodologias para aprender a aprender, aprender a ser e a viver/conviver, pois as tecnologias da informação e da comunicação, baseadas nestes pressupostos básicos, estão a serviço da inteligência humana indo além de uma simples ferramenta pedagógica para o desenvolvimento de atividades que facilitem o desenvolvimento da autonomia, da solidariedade, da criatividade, da cooperação e da parceria, permitindo a criação de ambientes virtuais, associados aos processos de construção do conhecimento. “São ambientes ou mundos virtuais que podem colaborar, como bem assinala Lévy (1994), para transformação do funcionamento social, para a ativação dos processos cognitivos e para construção de novas representações do mundo” (MORAES, 2000, p. 4). Exemplos concretos realizados no PEAD: Criação dos portfólios de aprendizagens, blogs, wikis; quantidade significativa de professores, tutores de sede e pólo; atividades interativas que propiciam a articulação entre teoria X prática e atividades, leituras, aulas presenciais que levam o aluno a pensar e que vão ao encontro com os objetivos do curso tanto geral como específicos, como por exemplo, “Preparar o professor para a reflexão teórica (meta-reflexão) permanente e a recriação das práticas escolares ao ampliar o conhecimento e o pensamento sobre o fazer pedagógico”(Guia do tutor, 2006, p. 20).
De acordo com a discussão no artigo sobre a construção de uma prática pedagógica mais adequada à evolução do mundo e da vida onde prevalece o pensamento sistêmico. Tal pensamento "... dá maior ênfase ao que é contextual, local e datado, aberto, configurado por determinadas circunstâncias, sabendo antecipadamente que ele nunca constituirá um pensamento completo, por maior que seja o número de conexões que possam vir a ser estabelecidas pela compreensão humana. Isto porque sabemos de antemão que a mente humana não é capaz de captar a realidade em sua totalidade e que sempre existirá a incerteza, o aleatório e o acaso atuando sobre ela. Assim, o pensamento eco-sistêmico deverá possuir uma estrutura sempre aberta, em permanente processo de construção e reconstrução” (MORAES, 2000, p. 8). A proposta metodológica e a organização didático-pedagógica do PEAD está possibilitando a construção do conhecimento, pois prioriza a interação dos professores de diferentes áreas de conhecimento através das interdisciplinas (tema amplo), seminários integradores (articulação: apresentação e fechamento das atividades integradoras e tecnológicas), enfoques temáticos (temas específicos). De acordo com Morais (2000), estREFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
CARVALHO, M. S.; NEVADO, R. A .; BORDAS, M. C. Guia do Tutor. Porto Alegre: Gráfica da UFRGS, 2006.
MORAES, M. C. Tecendo a rede, mas com que paradigma? Encontro Internacional de Educação para a Paz. Universidade de Genebra, setembro de 2000.as são “relações, conexões, enlaces, vínculos que permitem a interatividade e a interdependência entre o sistema e o meio. É essa conectividade, esse enredamento que existe entre objetos, eventos, fenômenos e processos que vem promovendo o reconhecimento de que o mundo vivo é uma rede de relações ou de conexões dinâmicas. Para Capra (1997), o padrão da vida é um padrão em rede e “olhar para vida significa olhar para redes”, como também nos adverte Maturana (1995)” (p. 7).
As tecnologias digitais vêm inovando formas de acesso à informação, dinâmicas no processo de construção de conhecimento e novos estilos de pensar. O curso PEAD desenvolve várias estratégias de apoio à aprendizagem, tendo atenção constante e individualizada, buscando esclarecer dúvidas, não somente, ao uso das tecnologias, mas de todo o processo de aprendizagem, como por exemplo, interações entre os professores, tutores e alunos através de fóruns de debate, e-mails, programas como o Breeze, lista de discussão, webfólios, trabalho nos pólos (desenvolver autonomia, estudos, pesquisas, etc...), momentos presenciais, oficinas tecnológicas e também o aluno-professor do curso terá estágio supervisionado para integrar os conhecimentos teóricos desenvolvidos no curso x prática. “Por exemplo, um dos parâmetros fundamentais que todo sistema possui é o seu Ambiente, aquele algo maior que o envolve, que tanto pode ser um envoltório material qualquer, como também um campo energético onde as interações e as relações ocorrem. Para Maturana (1995), ambiente é o espaço onde o ser vivo se realiza como entidade autopoiética. É o espaço relacional entre o sistema e o meio, o local onde ocorrem as trocas energéticas, materiais e informacionais nos mais diferentes níveis” (MORAES, 2000, p. 6-7).
Para cumprir com a base da metodologia interativa e problematizadora do PEAD foi desenvolvido um sistema de orientação que envolve professores e tutores de sede e de pólo que têm diferentes funções pedagógicas, sociais e organizativas. Em geral a função do tutor no pólo é proporcionar motivação, esclarecer dúvidas, ter diálogo, orientar e também desenvolver orientação coletiva em atividades presenciais estabelecendo vínculos individualmente. E o tutor de sede tem formação geral ou específica nas interdisciplinas, ele deve facilitar o acompanhamento dos alunos aos enfoques temáticos e às atividades relacionadas. “Somente assim será possível utilizar as novas tecnologias para construirmos redes de conexões não apenas preocupadas em favorecer o acesso à internet às populações carentes e marginalizadas, mas que, além disto, estejam simultaneamente voltadas para o desenvolvimento de uma inteligência coletiva, para o exercício de uma cidadania planetária fraterna e solidária e para a construção da paz associada ao desenvolvimento de talentos para a ciência, a beleza, a solidariedade e harmonia, como pretende Fagundes (1999)”. (MORAIS, 2000, p. 11).
No que se refere às funções específicas dos tutores de pólo, estas podem ser definidas como o acompanhamento presencial dos alunos, o incentivo à organização de grupos de trabalho, auxiliar na utilização dos recursos tecnológicos e fortalecer o vínculo dos alunos com o curso. Além disso, o tutor do pólo está em contato direto com os tutores da sede e com os professores das diversas interdisciplinas para acompanhar o andamento do curso e poder orientar os alunos. Já o tutor de sede auxilia diretamente o professor responsável pela interdisciplina debatendo sobre as atividades previstas e acompanhando os alunos na realização das mesmas. A partir do texto de Moraes (2000), podemos pensar que professores e tutores (de pólo e de sede) formam um sistema complexo responsável pelo acompanhamento dos alunos no processo de aprendizagem e, nesse sentido, podemos vislumbrar um espaço de docência compartilhado, no qual todos os participantes dessa equipe interdisciplinar cooperam visando a promoção de espaços nos quais os alunos possam construir conhecimentos.
Com o auxílio da leitura do artigo, do manual do tutor e da nossa experiência como tutores concluímos que estamos alcançando um nível de interação e que as intervenções feitas (professor x tutor x aluno) estão evoluindo e cumprindo com os objetivos do curso, quais sejam, a construção do processo de aprendizagem, a formação de pessoas que criem culturas de rede, indo além de um simples curso a distância. Não estamos desenvolvendo a concepção empirista da educação que fortalece o pensamento positivista, prioriza a função informativa do computador e instrucionista da educação, mas o PEAD está desenvolvendo “o pensamento educacional eco-sistêmico [que] nos incita, portanto, a criar novas metodologias que reconheçam a existência de uma natureza viva transdisciplinar nos processos de construção do conhecimento (Baserab Nicolescu, 1999), diferentes das metodologias decorrentes das ciências moderna e antiga. Uma metodologia que seja capaz de mediar os diferentes diálogos entre as diversas áreas do conhecimento e que, ao mesmo tempo, compreenda a co-evolução do ser humano em sintonia com o universo” (MORAES, 2000, p. 10).
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
CARVALHO, M. S.; NEVADO, R. A .; BORDAS, M. C. Guia do Tutor. Porto Alegre: Gráfica da UFRGS, 2006.
ducação para a
MORAES, M. C. Tecendo a rede, mas com que paradigma? Encontro Internacional de Educação para a Paz. Universidade de Genebra, setembro de 2000.
Mundo Virtual
Grupo 1 Idéias grupo: Caroline, Celi, Daisy, Elisabeth, Geny, Maria José, Roberta, Tanara
1. Criar uma Cultura Virtual ou Cibercultura que será necessário estabelecer para movimentar esse "mundo virtual".
2.
É Realidade Virtual ("realidade virtual é uma forma das pessoas visualizarem, manipularem e interagirem com computadores e dados extremamente complexos" [6]. Agrupando algumas outras definições de realidade virtual [21, 57, 60], pode-se dizer que realidade virtual é uma técnica avançada de interface, onde o usuário pode realizar imersão, navegação e interação em um ambiente sintético tridimensional gerado por computador, utilizando canais multi-sensoriais. - fonte: http://www2.dc.ufscar.br/~grv/tutrv/tutrv.htm#sumario1.)
3. Possibilita viver diferentes identidades - "personas".
4. Potencializa a interação em função dos avatares - uma espécie de "presença".
5. Levanta a necessidade de trabalhar questões éticas, assim como regras para o mundo virtual.
Sugiro esses materiais, que de certa forma, tem a ver com essas discussões:
* Direitos no secondlife - realidade virtual ou virtual realidade
* O que é o virtual?- http://www.citador.pt/biblio.php?op=21&book_id=948
* http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM861963-7823-A+ARTE+PRODUZIDA+POR+MAQUINAS+E+ROBOS,00.html
1. Criar uma Cultura Virtual ou Cibercultura que será necessário estabelecer para movimentar esse "mundo virtual".
2.
É Realidade Virtual ("realidade virtual é uma forma das pessoas visualizarem, manipularem e interagirem com computadores e dados extremamente complexos" [6]. Agrupando algumas outras definições de realidade virtual [21, 57, 60], pode-se dizer que realidade virtual é uma técnica avançada de interface, onde o usuário pode realizar imersão, navegação e interação em um ambiente sintético tridimensional gerado por computador, utilizando canais multi-sensoriais. - fonte: http://www2.dc.ufscar.br/~grv/tutrv/tutrv.htm#sumario1.)
3. Possibilita viver diferentes identidades - "personas".
4. Potencializa a interação em função dos avatares - uma espécie de "presença".
5. Levanta a necessidade de trabalhar questões éticas, assim como regras para o mundo virtual.
Sugiro esses materiais, que de certa forma, tem a ver com essas discussões:
* Direitos no secondlife - realidade virtual ou virtual realidade
* O que é o virtual?- http://www.citador.pt/biblio.php?op=21&book_id=948
* http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM861963-7823-A+ARTE+PRODUZIDA+POR+MAQUINAS+E+ROBOS,00.html
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
TECENDO A REDE
Estamos nos apropriando de um conceito relativamente novo na educação:o de rede de colaboração. Rede de pessoas que trocam ideias, que partilham experiências e a avaliação que delas fazem. Rede de saberes, na qual tutores se auxiliam naturalmente e compartilham entre si, e com seus conhecimentos que são construídos nesse percurso.
Rede que permite enfrentar novos desafios através da experiência e do trabalho coletivo. O filósofo Karl Jaspers chamava a atenção para duas características marcantes do ser humano ao afirmar que temos um pé na aventura e outro na segurança.Nós educadores, vivenciamos isso, por profissão. Renovamos diariamente nosso compromisso com o futuro, com a inovação procurando, ao mesmo tempo, compreender o novo, coloca-lo a serviço de aprendizagem, da formação de valores, contextualizando-o de forma consistente, evitando a novidade pela novidade
Rede que permite enfrentar novos desafios através da experiência e do trabalho coletivo. O filósofo Karl Jaspers chamava a atenção para duas características marcantes do ser humano ao afirmar que temos um pé na aventura e outro na segurança.Nós educadores, vivenciamos isso, por profissão. Renovamos diariamente nosso compromisso com o futuro, com a inovação procurando, ao mesmo tempo, compreender o novo, coloca-lo a serviço de aprendizagem, da formação de valores, contextualizando-o de forma consistente, evitando a novidade pela novidade
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
NOVO SEMESTRE / 2008
Iniciou-se mais um semestre, e cada vez mais percebo a importância do trabalho do Tutor para o sucesso do Programa EAD. É assumir um papel de suma importância de acompanhamento dos alunos, ajudando-os a superar dificuldades, estimulando-os a fazer pesquisas para além do seu material de estudos, a fim de observar, refletir e alterar a sua própria prática pedagógica.
Este trabalho me estimula me permite ousar, e por outro lado, me obriga a ser cuidadosa e disciplinada nos registros. Além da tutoria, penso que estamos fazendo história conscientemente, criando uma metodologia fortemente baseada na reflexão compartilhada, na cooperação e no estímulo à autonomia.
É gratificante pensar em educação em rede: rede de colaboração, rede de pessoas que trocam idéias, que partilham experiências, redes de saberes, na qual tutores se auxiliam mutuamente e compartilham entre si, e constroem seus conhecimentos nesse percurso, rede que nos permite a enfrentar novos desafios.
Este trabalho me estimula me permite ousar, e por outro lado, me obriga a ser cuidadosa e disciplinada nos registros. Além da tutoria, penso que estamos fazendo história conscientemente, criando uma metodologia fortemente baseada na reflexão compartilhada, na cooperação e no estímulo à autonomia.
É gratificante pensar em educação em rede: rede de colaboração, rede de pessoas que trocam idéias, que partilham experiências, redes de saberes, na qual tutores se auxiliam mutuamente e compartilham entre si, e constroem seus conhecimentos nesse percurso, rede que nos permite a enfrentar novos desafios.
sábado, 21 de junho de 2008
Aprendizagens após aula presencial e leituras
Constatei após a aula presencial e algumas leitura que Piaget, demonstrou grande interesse e dedicou-se a investigar cientificamente como se constrói o conhecimento. Ele parte de uma concepção de desenvolvimento envolvendo um processo contínuo de trocas entre o sujeito e o ambiente em que vive.
A noção de equilibrio é o alicerce da teoria de Piaget, pois para ele todo o indivíduo procura manter um estado de equilíbrio para adaptar-se ao seu meio.
"O desenvolvimento cognitivo do indivíduo ocorre através de constantes desequilíbrios e equilibrações."PIAGET
Desta forma, é importante que se provoquem reflexões no sentido de desiquilibrar as verdades até então mantidas pelo indivíduo, para que, desta maneira, ele formule hipóteses, assimile e acomode novas verdades, voltando ao equilíbrio com novo conhecimento construído.
Segundo Piaget, o tempo levado pelo indivíduo para percorrer as etapas cognitivas não depende da idade cronológica e sim das construções ocorridas, da sequência adequada de atividades, dos acréscimos de uma síntese superior ás outras anteriores de desenvolvimento e dos estímulos recebidos através da sua interação com o meio que o estimula e o desafia.
Quanto à aprendizagem, esta é concebida como adaptação de um organismo biológico, ou seja, a aprendizagem se dá através de equilibrações sucessivas e também através da maturação biológica do indivíduo.
A noção de equilibrio é o alicerce da teoria de Piaget, pois para ele todo o indivíduo procura manter um estado de equilíbrio para adaptar-se ao seu meio.
"O desenvolvimento cognitivo do indivíduo ocorre através de constantes desequilíbrios e equilibrações."PIAGET
Desta forma, é importante que se provoquem reflexões no sentido de desiquilibrar as verdades até então mantidas pelo indivíduo, para que, desta maneira, ele formule hipóteses, assimile e acomode novas verdades, voltando ao equilíbrio com novo conhecimento construído.
Segundo Piaget, o tempo levado pelo indivíduo para percorrer as etapas cognitivas não depende da idade cronológica e sim das construções ocorridas, da sequência adequada de atividades, dos acréscimos de uma síntese superior ás outras anteriores de desenvolvimento e dos estímulos recebidos através da sua interação com o meio que o estimula e o desafia.
Quanto à aprendizagem, esta é concebida como adaptação de um organismo biológico, ou seja, a aprendizagem se dá através de equilibrações sucessivas e também através da maturação biológica do indivíduo.
Assinar:
Postagens (Atom)